Vamos
recuar mais ou menos mil anos para nos situarmos mais ou menos entre
os anos 713 a 1031. Foi durante este período que a Dinastia Omíada
governou quase toda a Península Ibérica a partir de Córdoba. A
importância do legado desta família de califas está agora em
destaque na Rota Omíada, uma rede em que se incluem sete países e
que tem o Algarve como união região portuguesa representante.
A
Rota dos Omíadas do Algarve faz parte da rede internacional
'Umayyad' e estende-se a Espanha, Itália, Tunísia, Egipto, Líbano
e Jordânia. O objetivo é criar uma grande itinerário
turístico-cultural, dando a conhecer o património material e
imaterial destas regiões.
O
legado islâmico no Algarve, que teve início com a conquista da
diocese visigótica Ossónoba (atual Faro) no ano de 713, começa
logo no próprio nome da região que advém do árabe Al-Gharb. E ao
longo de 14 localidades é possível encontrar vestígios sobre essa
presença, que marcou um dos períodos mais áureos da região e
influenciou para sempre as gentes, as tradições e a cultura locais.
O
InAlgarve vai
percorrer a Rota por terras algarvias. De Alcoutim a Vila do Bispo,
passando por Tavira, Faro, Silves entre outros locais, há história,
vestígios, tradições, testemunhos, lendas ou gastronomia para
descobrir numa rota de turismo alternativo.
A
Rota Omíada, que no Algarve é dinamizada pela Região de Turismo do
Algarve e pela Direção Regional de Cultura do Algarve, está a ser
preparada e deve ficar em 2016 acessível ao grande público.
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