Mostrar mensagens com a etiqueta gastronomia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta gastronomia. Mostrar todas as mensagens

Vila Real de Santo António dá a conhecer 'Os Sabores do Guadiana' em forma de doçaria, numa mostra que vai decorrer no Centro Cultural Vítor Aleixo, entre 8 e 13 de outubro.

Ao longo dos seis dias em que decorre o certame, vai poder descobrir os doces sabores algarvios, mas também especialidades de outras zonas do País.


A mostra tem entrada livre e decorre entre as 10:00 e as 21:30 em simultâneo com a Feira da Praia de Vila Real de Santo António.

Capital da Dieta Mediterrânica, Tavira continua a promover a riqueza da gastronomia local. Depois dos eventos que deram destaque aos pratos típicos da serra e do mar, a cidade do Gilão prepara-se para celebrar o Festival de Petiscos que vai decorrer em diversas zonas do concelho de 1 a 30 de outubro.

Num estilo de vida marcadamente mediterrânico, Tavira convida os apreciadores da boa comida a saborear petiscos locais e vinhos regionais em doze estabelecimentos aderentes. Do mar, choco, polvo, camarão, berbigão, mexilhão, amêijoa, muxama, sardinha ou cavala, e da campo, frango, javali, orelha de porco, queijo fresco, mel e fruta, muitos são os petiscos para provar.

Confira a lista de restaurantes onde pode provar o melhor da gastronomia regional e delicie-se com os petiscos.

Cabanas
- Barca da Moura
- Finalmente
Tavira
- Álvaro de Campos
- Gilão Restaurante
- Cais da Ponte
- Solar dos Petiscos
- Bistro Almirante
- Mira
- Séqua- sabores mediterrânicos e oficina de música
Santa Catarina da Fonte do Bispo:
- O Constantino
- O Monte Velho
Santa Luzia:

- Maré Alta

A Rota do Petisco está de regresso à casa de partida para mais uma etapa cheia de novidades. A 6ª edição decorre em Portimão de 9 de setembro a 9 de outubro, com os melhores petiscos regionais, salgados ou doces, mas também do mundo. Além de lojas com descontos, o Mercado Municipal entra agora neste roteiro.

Para esta edição, que já andou por Aljezur, Lagos, Lagoa, Monchique e Silves, associaram-se 125 estabelecimentos, 105 na modalidade 'Petisco' e 20 na modalidade 'Doce Regional'. A Rota está dividida em seis zonas: Zona Ribeirinha, Portimão Centro Norte, Portimão Centro Sul, Portimão periferia, Praia da Rocha e Alvor.

Este ano fica marcado por duas grandes novidades: a Rota do Mundo e a Rota do Mercado. Na primeira, sete restaurantes de comida do Japão, Turquia, México, Itália, Cabo Verde e Holanda juntam-se ao roteiro para apresentar a gastronomia além fronteiras. A segunda novidade passa pelo Mercado Municipal de Portimão, onde os petiscadores podem adquirir produtos frescos ao preço de 3 euros.

Durante os 30 dias do evento, os petiscadores podem ainda passar pela Rota do Comércio, onde 15 estabelecimentos oferecem 40% de descontos em vários produtos, pela Rota Noite Adentro, para comer fora de horas e pela Rota de Animação, que traz eventos e atividades culturais em diversas zonas da cidade.

O modelo da Rota mantém-se: o Petisco, prato e bebida, custa 3 euros e o Doce Regional, doce e bebida, vale 2 euros. Para saber quais os estabelecimentos aderentes e as novidades do maior certame gastronómico a Sul siga a página da Rota.


É um dos pratos de excelência da gastronomia algarvia aquele que vai estar em destaque ao longo de três meses nos restaurantes das três unidades das Pousadas de Portugal no Algarve. Falamos da cataplana.

Cataplana de marisco, peixe, polvo, tamboril, cabrito ou lombo de porco, a variedade de sabores com que pode ser confecionado este prato típico é quase tão infindável como a satisfação de o degustar.

O evento gastronómico decorre nas Pousadas de Sagres, Convento de Tavira e Palácio de Estói, em Faro, neste último caso apenas disponível em menu buffet aos sábados, de 1 de julho a 30 de setembro.


As Pousadas de Portugal fazem uma grande aposta em eventos gastronómicos ao longo de todo o ano, que valorizam e divulgam os produtos locais, onde as unidades hoteleiras estão instaladas.

Um restaurante algarvio é o segundo melhor espaço gastronómico do País, de acordo com os utilizadores do site tripadvisor, que elaborou um ranking tendo em conta os comentários deixados na página. O Dom Carlos, em Albufeira, alcançou o fantástico segundo lugar.  
​
O ambiente de charme e conforto são dois dos pontos mais elogiados pelos clientes. Mas há outro ponto com grande relevância: as ementas são preparadas diariamente segundo os produtos frescos existentes nesse dia. 
​
"Restaurante 5 estrelas em Albufeira. Excelente comida, ótimo ambiente e super sofistificado. Sem falar da simpatia dos proprietários", escreve um utilizador do site tripadvisor. Outra cliente reforça a mesma ideia com a sua opinião: "É sempre um local de passagem em Albufeira obrigatório. Este restaurante marca pelo atendimento primoroso da senhora Ana e do Chef Peter". 
​
O restaurante algarvio só é batido pelo Belcanto, do chef João Avillez, em Lisboa, e que conta com duas estrelas Michelin no currículo.

Quem já conhece os queijos frescos de mel, amêndoa e gengibre, de azeitona e alho ou de doce de tomate, sabe que os sabores que saem da Fábrica de Queijo de Olhão deixam qualquer um rendido. Agora, Ana Gancho, a cabeça que inventa as combinações, decidiu dar mais um passo e avançar para os queijos curados.

 

A Fábrica do Queijo passa a ter também queijos curados simples, com aromas ou ainda em azeite, numa parceria estabelecida com o Lagar de Santa Catarina. A queijaria, cujo sucesso a trouxe do campo para o centro de Olhão há menos de um ano, trabalha apenas com leite de cabra e continua a produzir os queijos de forma artesanal.

 

"Ao longo deste primeiro ano, inovar e desafiar os limites do paladar foram as apostas", sublinha Ana Gancho, proprietária da queijaria e inventora de todos os sabores.

 


Pode encontrar todos os queijos à venda na Fábrica do Queijo, em Olhão, mas fica aqui uma dica: se for de 14 a 17 de abril à Feira do Queijo e do Vinho, em Faro, prova em primeira mão os queijos curados.


A alfarroba é um alimento considerado saudável com elevadas propriedades nutritivas. Este fruto tão tradicional do Algarve apresenta inúmeros benefícios para a saúde e ainda tem a vantagem de não conter glúten, o que a torna ideal para quem sofre de doença celíaca.
 
Bolos, tortas, queques ou pão, há inúmeras formas para usar farinha de alfarroba. Mas o InAlgarve, foi pesquisar receitas mais alternativas que farão as delícias de todos e serão uma surpresa.
 
Leite creme de alfarroba
1 ovo
400 ml de leite
6 colheres de sopa de farinha de alfarroba
2 colheres de chocolate em pó magro
2 colheres de sopa de açúcar
1 casca de limão
1 pau de canela
Preparação
Leve 300 ml de leite ao lume com a casca de limão e o pau de canela. Deixe aquecer bem. Entretanto numa tigela misture os restantes ingredientes dissolvendo-os no restante leite frio. Verta, mexendo sempre, lentamente esta mistura no leite quente e deixe engrossar, mexendo sempre. Divida em taças e enfeite a seu gosto.
 
Bolas de Berlim de alfarroba
Ingredientes para a 1ª massa
1 colher de chá de açúcar
1 dl leite
1 pacote de fermento seco (ou um cubo de fermento de padeiro)
50 g farinha
Preparação:
Numa taça, misture o açúcar, o leite e o fermento até obter uma massa homogénea, vá juntando aos poucos a farinha até estar tudo ligado. Deixe repousar, 15m, para que a massa cresça.
Ingredientes 2ª massa:
1,5dl de leite
500g de farinha de trigo
100g de farinha de alfarroba
1 ovo
2 gemas
100g de açúcar
80g de manteiga raspa de meio limão essência de baunilha
açúcar em pó para polvilhar
Preparação:
Numa tigela grande, adicionar todos os ingredientes e juntar a mistura da 1ª massa. Amassar numa superfície enfarinhada até se despegar das mãos. Coloca-se a massa numa tigela e tapa-se com película aderente de deixar repousar durante 30 minutos. Moldam-se pequenas bolas de massa e colocam-se num tabuleiro forrado com papel vegetal. Tapam-se com um pano até dobrarem de volume. Leva-se a cozer a 190ºC, durante 15 minutos. Retiram-se e deixam-se arrefecer. Entretanto faz-se o recheio.
Ingredientes para o Recheio
50g de açúcar
250g de leite
25g de amido de milho
2 ovos
1 gema
1 colher de chá de essência de baunilha
1 casca de limão
Preparação:
Colocam-se todos os ingredientes num tacho. Deixa-se levantar fervura, mexendo sempre e quando espessar retirar do lume, retirar a casca de limão e deixar arrefecer. Abrem-se as bolas com uma tesoura e recheiam-se com o creme de pasteleiro e polvilha-se com açúcar em pó.
 
Mousse de alfarroba
1 lata de leite condensado
3 pacotes de nata (200 ml cada)
6 c. de sopa de farinha de alfarroba
6 folhas de gelatina
Água q.b.
Preparação: Verta os pacotes de nata na taça da batedeira e bata até dobrar de volume e atingir o ponto. Junte o leite condensado e continue a bater. Junte a farinha colher a colher e deixe incorporar bem os ingredientes.

Demolhe as folhas de gelatina em água fria e desfaça-as num pouco de água quente. Junte ao preparado batendo sempre. Verta para uma taça e leve ao frigorífico.

É da cabra algarvia, uma das melhores raças de cabras autóctones, que é extraído o leite para fazer o queijo de cabra fresco e, um produtor inovador, o iogurte 100% de leite de cabra. A sua produção decorre na Queijaria do Azinhal, em Castro Marim, mas pode ser encontrado em toda a região.
 
O queijo fresco da Queijaria do Azinhal é um marco nos produtos tradicionais da região. Além do leite de cabra algarvia, este queijo leva apenas o cardo e sal produzido nas salinas de Castro Marim, sendo um produto 100% natural. Mas há também a variedade de queijo de cabra com orégãos.
 
Mas é no iogurte de leite de cabra que está um passo inovador. Este tipo de iogurte é um ótimo substituto aos iogurtes tradicionais, em particular para quem é intolerante à proteína do leite de vaca. Uma equipa de cientistas da Universidade de Granada, em Espanha, concluiu que o leite de cabra, que pode ser consumido também em iogurtes, tem benefícios para a população em geral, e em particular para quem sofra de colesterol, anemia e osteoporose.
 
A Queijaria do Azinhal foi criada pela Associação Nacional dos Criadores de Caprinos de Raça Algarvia (ANCCRAL), com o apoio do município de Castro Marim, e funciona no Espaço Multiusos, à entrada da aldeia que lhe dá o nome: Azinhal.
 
Os produtos da Queijaria do Azinhal estão à venda por todo o Algarve, em lojas gourmet, pequenos supermercados, cadeias de distribuição e em hotéis, como o Hotel Quinta do Lago ou o Hotel Ria Parc. Se pretender obter mais informações sobre estes produtos ou onde os encontrar, pode entrar em contacto com a Queijaria através do telefone 925 051 390 ou do mail anccral@gmail.com. 

A Dieta Mediterrânica tem benefícios comprovados para a saúde e bem-estar humanos. Mas encontrar os alimentos apropriados e a melhor forma de cozinhá-los podia ser um dilema, que agora é mais fácil de ser ultrapassado. Estão disponíveis dois livros com receitas desta Dieta e com um toque gourmet.
 
As 'Receitas dos Chefes' e 'Reinventando Sabores Mediterrânicos' são os livros que resultam das receitas apresentadas por sete equipas de conceituados Chefs de restaurantes e, na segunda obra, da equipa que venceu o concurso L14 – Salgados Dunas Suites - lançado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR) no âmbito do 1º Festival de Gastronomia Dieta Mediterrânica.
 
As obras apresentam também receitas dos Chefs Leonel Pereira, Henrique Leis e Henrique Leandro, que fizeram parte do júri do concurso.
 
Além de receitas típicas e mais acessíveis, os livros ajudam também a construir pratos com um toque de sofisticação usando para isso produtos locais. Tudo a bem de uma boa dieta, que é Património Imaterial da Humanidade.
 
Para saber como pôr em prática esta dieta, pode adquirir os livros na sede da CCDR, na Praça da Liberdade, em Faro, fazendo o pedido por mail (geral@ccdr-alg.pt) ou comprando as obras nos stands em que a Comissão participa. Cada um tem um custo de 5€.

Se há algo que não pode faltar no Natal são os doces, de preferência uma mesa bem recheada dos mais tradicionais sabores. E se o bolo-rei não pode faltar, as mesas algarvias enchem-se de iguarias típicas da época que evocam os melhores produtos da região.
 
O figo e a amêndoa são dois dos sabores presentes na mesa de Natal, apresentados nas mais diversas receitas. Há estrelas, queijos de figo, lado a lado com bolos de amêndoa ou o morgado típico de Lagos. E se a preferência for para pastéis, há de figo, amêndoa, de gema de ovos ou de massa amêndoa e caramelo, típicos da zona de Tavira ou de massa tenra recheados com amêndoa, batata-doce, grão ou gila, que se podem encontrar em Olhão.
 
Se já está com água na boca, então avisamos que a gula vai aumentar. Há ainda os deliciosos bolos de mel, as fatias douradas, as 'empanadilhas' ou azevias, as filhós de canudo ou enroladas, os brinhóis, que não dispensam o vinho do Porto, os tão típicos e aconchegantes dons-rodrigos. 
 

Diz-se que "o Natal é quando um homem quiser", mas também há a certeza que há doces que têm um sabor especial nesta quadra.

Natal é sinónimo de gastronomia. É à roda da mesa que se vive a maior festividade do ano. Dos livros de receitas vêm as receitas típicas que muitos passam o ano inteiro a desejar. O Natal já não é o que era e as tradições evoluem ao longo dos anos. Mas o InAlgarve foi à procura dos pratos típicos que se comem à mesa dos algarvios nesta época.
Um dos pratos que mais chama a atenção é o litão, um pequeno tubarão também conhecido como pata-roxa. Seco ao sol, este peixe entra na ementa da noite de consoada da zona de Olhão por se assemelhar ao típico tradicional, usado mais a norte do país. A tradição de cozinhar o litão vem do tempo em que era um produto mais acessível em comparação com o bacalhau. Atualmente, a tendência inverteu-se, mas a tradição ficou. O litão entra também à mesa de algumas zonas litorais de Tavira, Faro e Portimão.
Quem conhece a tradição sabe que o litão tem que ser guisado. Depois as receitas podem variar ao gosto de cada um. Há quem junte feijão branco e o transforme numa variante da feijoada ou quem ao guisado junte batatas cozidas às rodelas. A única certeza é que é o litão a brilhar neste prato.
A noite da consoada fica marcada pela Missa do Galo. Não se sabe se o nome alguma coisa tem a ver com o animal que faz as delícias de muitos numa das noites mais ansiadas do ano. O galo é escolhido meses antes e bem criado para fazer as delícias de toda a família. Na falta do galo, a galinha de cerejada com pão caseiro ou de cabidela. Havia também nas zonas do barrocal quem guardasse o porco para esta festa. No almoço de Natal, manda a tradição que se coma a 'roupa velha', o que sobrou da festa da noite anterior.

E doces? Esses ficam para outro artigo.

Tudo começou há dois anos com uma ideia de Paulo Sérgio, produtor de batata-doce de Aljezur, "a melhor e a única certificada do País". "O objetivo era recriar um espaço onde os visitantes da Costa Vicentina pudessem comprar batata-doce, pastéis e outros derivados", explica Paulo Sérgio ao InAlgarve. Depois da ideia, veio a forma: a batata-doce deveria ser apresentada através da "comida caseira, de antigamente".

 

Aqui o difícil vai ser olhar para a ementa do restaurante sem querer provar um pouco de tudo. Comecemos pelo início: e se for um Bacalhau à Museu com Batata-Doce? Talvez um Polvo com Molho de Tomate com Batata-Doce? A ementa continua por aí fora comprometida a deixar qualquer um com água na boca: Salada de Polvo com Batata-Doce assada ou frita ou, uma especialidade, Feijoada de Batata-Doce que é sempre servida aos fins-de-semana ou durante a semana por encomenda.

 

Um dos propósitos do Museu é contrariar a sazonalidade da batata-doce, produzida durante os meses de verão e apanhada no outono, quando há em grande abundância. Por isso, "há sempre pratos de batata-doce o ano inteiro", garante Paulo Sérgio.

 

E como uma boa refeição merece sempre uma sobremesa, há um mundo ainda maior de iguarias todas feitos com batata-doce: travesseiros, a delícia criada a partir da receita antiga do pastel, queijadinhas, torta com recheio de gila, folhados ou pudim. E uma novidade: o pastel, feito com a massa folhada do pastel de nata, mas com recheio de batata-doce.

 

Pensa que acabou? Não, ainda há os bolos secos: bolo de batata-doce e alfarroba, broinhas, bolo de batata-doce com medronho, bolo de batata-doce e pinhão, bolo de batata-doce, coco e gila. E se for pela época do Natal, ainda encontra azevias de batata-doce. Pode comer no Museu ou passar pela loja e levar para casa.

 

Na ementa do Museu, também existem pratos que não têm este tubérculo, a pensar naqueles que não gostam deste ingrediente. Recentemente, foi inaugurado o forno a lenha, onde são feitas pizzas tradicionais, num estilo de menu mais juvenil. Além do restaurante e loja, o espaço tem ainda um jardim, ideal para festas, jantares alargados ou apenas para descontrair, enquanto decide a próxima iguaria a degustar. 

 


Na loja do Museu poderá encontrar produtos típicos de outras regiões do Algarve, confecionados com figo, alfarroba ou amêndoa, entre outros, para que todos os que fazem a Rota Vicentina conheçam os sabores de toda a região.


O outono marca a época de apanhar a batata doce no Algarve. Este tubérculo é originário da América do Sul, mas encontra no Algarve condições muito favoráveis ao seu desenvolvimento. O InAlgarve foi saber porque devemos consumir batata doce e as benefícios não podiam ser mais claros.

A batata doce contém uma boa dose de vitamina A, responsável por reforçar o sistema imunológico, contribui para a saúde dos olhos, pele e sistema respiratório, e ainda é uma poderosa aliada no combate ao cancro. É também rica em vitaminas do complexo B, responsáveis por regular o bom funcionamento do sistema nervoso, do coração e do aparelho digestivo, e contém triptofano, um percursor da serotonina que ajuda a melhorar o humor. A batata doce contém ainda vitamina C, importante na ação anti-alérgica e que é um estimulante imunitário, funcionando como antioxidante.

Além destas, a batata doce contém ainda outras propriedades nutritivas como cálcio, ferro, fósforo, sódio e potássio, que contribuem para a formação de ossos e dentes e auxiliam a regeneração sanguínea e a imunidade. Apesar do nome, batata doce ajuda a combater a obesidade, uma vez que tem um índice glicémio baixo, o que torna a absorção mais lenta e proporciona um elevado grau de saciedade, sendo ainda um ingrediente recomendado no combate à diabetes. Por ter também hidratos de carbono, a batata doce é um poderoso aliado para quem pratica desporto, contribuindo para ganhar massa muscular.

A batata doce ajuda ainda a combater a arteriosclerose, a controlar a hipertensão arterial e a regular a pressão arterial. Tem um potencial anti-inflamatório, ajuda a prevenir as úlceras do estômago e colabora num sistema digestivo regular.

Existem mais de 400 variedades de batata doce, as mais conhecidas são a branca, a amarela, a avermelhada e a roxa. Pode ser cozida, assada ou frita, mas esta é a opção menos saudável devido às gorduras associadas, e as suas folhas também podem ser consumidas.


Pode aprender já este domingo (dia 25) mais sobre a forma de cozinhar com Pedro Botelho, que faz uma demonstração no Mercado de Querença (Loulé). No final de novembro, a batata doce é o centro das atenções no festival realizado em Aljezur, uma das regiões mais propícias ao seu desenvolvimento.

Queijo de mel, amêndoa e gengibre, de azeitona e alho ou de doce de tomate? Sim, agora já pode provar estes e muitos outros sabores que de terça a sábado saem fresquinhos da Fábrica do Queijo, no centro de Olhão. 
 
"Sonha-se de noite para se fazer de dia". Pode ser do sonho que vem a inspiração para Ana Gancho dar novas vidas a queijos de leite de cabra. Mas é realidade os sabores que existem nesta queijaria urbana. Nos doces, a Fábrica tem queijos de doce de abóbora e amêndoa, delícia de chocolate ou a grande novidade manga, coco e nozes de macadâmia caramelizadas. Nos salgados, pode experimentar queijos com óregãos, pesto de tomate seco, pimentos confitados, frutos vermelhos e malagueta ou limão e gengibre. E só mencionamos estes para abrir o apetite!
 
A Fábrica do Queijo acaba de dar mais um passo na inovação ao criar o queijo-creme de alho e salsa para barrar. A imaginação é o limite! 
 
"Quase tudo fica bem desde que seja nas doses certas", garante Ana Gancho, que há vários anos acerta os sabores dos queijos de leite de cabra. A queijaria nasceu no meio rural e o seu sucesso trouxe-a à cidade. O carácter urbano não retirou a tradição aos queijos que continuam a ser feitos de forma artesanal. Os queijos são feitos sempre na véspera o que lhes confere uma resistência maior, mantendo as qualidades nutritivas.
 

Agora que já abrimos o apetite, é só passar pela Fábrica do Queijo e descobrir queijos de cabra surpreendentes e repletos de sabores.

Quando Elisa Malheiro descobriu a loja do nr. 25 na Rua Direita de Portimão, "a ideia surgiu de repente". E como todos os amores à primeira vista, o projeto bateu forte e veio para ficar. Para tornar a ideia uma realidade, Elisa percorreu "o Algarve de lés-a-lés" à procura de produtos locais, alguns dos quais nem conhecia, como acontece ainda hoje com alguns visitantes da Mercearia do Algarve.

 

"Temos tanta coisa boa", garante Elisa, que, depois de ter tido outros trabalhos e de sempre ter gostado do setor da alimentação, decidiu mudar a sua vida profissional e apostar numa loja onde pode mostrar "os sabores cá da gente". O objetivo é dar a conhecer o que de melhor se faz no Algarve e promover a região através do palato.

 

Nesta Merceraria, cheira-se, sente-se e prova-se todo o Algarve, de uma ponta à outra. Os queijos e iorgurtes de leite de cabra do Azinhal (Castro Marim) e a muxama de Vila Real de Santo António convivem lado a lado com o pão de Rogil (Aljezur). E há também a batata doce, os figos, as nozes ou o pão caseiro com torresmos ou chouriço. De Portimão vêm as bolachas, que se entendem bem com o chocolate para barrar ou com o mel e de Castro Marim chegam a flor de sal e o sal marinho. 

 

Depois há ainda os biscoitos de azeite, que pode adquirir a peso, as conservas ou o azeite. E para beber, encontra vinhos, cervejas ou licores. Estes e muitos outros sabores do Algarve cabem todos nesta Mercearia. Uma vez por semana, Elisa distribui também cabazes de produtos frescos e biológicos, que convém encomendar previamente. 

 


Elisa garante que quem visita a sua loja "gosta dos produtos", os quais, por vezes, está também a conhecer pela primeira vez. O amor à primeira vista concretizou-se na Mercearia do Algarve, que é, desde há alguns meses, um local onde pode encontrar o que de melhor se faz em toda a região.