quarta-feira, 6 de abril de 2016

Ria é um autêntico viveiro de bivalves


Quem conhece a Ria Formosa certamente já viu pessoas a debruçados sobre as areias durante a maré baixa. São apanhadores de bivalves, espécies de marisco que se desenvolvem e vivem nesta zona e que fazem as delícias de quem os prova em diferentes pratos gastronómicos.
 
É neste habitat que se reproduzem diversos bivalves como amêijoa branca, amêijoa de cão, berbigão, conquilha, lingueirão, mexilhão, ostra, por modo natural ou em viveiros construídos de propósito e que fazem desta a maior zona exportadora de bivalves, com uma quota de 80%.
 
Os bivalves vivem enterrados na areia e no lodo da Ria Formosa e o seu habitat estende-se desde as zonas verdes até às zonas menos profundas. É nesta área que, aquando da maré baixa, muitos mariscadores procuram os bivalves.
 

A importância dos bivalves é tal que até motiva a realização de festivais de marisco que fazem as delícias de todos. Afinal ninguém diz que não a uma cataplana de marisco, xarém com berbigão, arroz de lingueirão ou amêijoas na cataplana.

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