Quem
conhece a Ria Formosa certamente já viu pessoas a debruçados sobre
as areias durante a maré baixa. São apanhadores de bivalves,
espécies de marisco que se desenvolvem e vivem nesta zona e que
fazem as delícias de quem os prova em diferentes pratos
gastronómicos.
É
neste habitat que se reproduzem diversos bivalves como amêijoa
branca, amêijoa de cão, berbigão, conquilha, lingueirão,
mexilhão, ostra, por modo natural ou em viveiros construídos de
propósito e que fazem desta a maior zona exportadora de bivalves,
com uma quota de 80%.
Os
bivalves vivem enterrados na areia e no lodo da Ria Formosa e o seu
habitat estende-se desde as zonas verdes até às zonas menos
profundas. É nesta área que, aquando da maré baixa, muitos
mariscadores procuram os bivalves.
A
importância dos bivalves é tal que até motiva a realização de
festivais de marisco que fazem as delícias de todos. Afinal ninguém
diz que não a uma cataplana de marisco, xarém com berbigão, arroz
de lingueirão ou amêijoas na cataplana.

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